Saltar para o conteúdo
Climapa

Como preparar o reporte SILiAmb de gases fluorados sem dores de cabeça

O que é a comunicação anual à APA, quem tem de a fazer, que dados exige e o método para que em março o reporte demore minutos em vez de dias.

Publicado a

Todos os anos, até 31 de março, as empresas que trabalham com gases fluorados em Portugal comunicam à Agência Portuguesa do Ambiente os movimentos do ano anterior, através da plataforma SILiAmb. A obrigação vem do Decreto-Lei n.º 145/2017 e é independente da dimensão da empresa: quem compra, carrega ou recupera gás fluorado, reporta.

O que é preciso reportar

Os movimentos anuais por tipo de gás, tipicamente:

  • quantidades adquiridas (compras de gás, em kg);
  • quantidades carregadas em equipamentos (instalações, reparações, complementos de carga);
  • quantidades recuperadas de equipamentos (manutenções e desmantelamentos), e o seu destino.

Parece simples — e é, se os dados existirem organizados. A dificuldade nunca é o formulário; é reconstruir um ano de trabalho a partir de fichas de papel, guias de fornecedores e da memória dos técnicos.

Os 4 erros que transformam março num pesadelo

1. Deixar a soma para março. Um ano de movimentos são centenas de registos. Somá-los em cima do prazo garante erros — e os erros num reporte oficial não se emendam com corretor.

2. Fichas sem quilos discriminados. “Carregou-se gás” não é um dado reportável. Cada intervenção precisa de: gás, quilos, garrafa de origem e equipamento de destino.

3. Garrafas sem balanço. Se ninguém sabe o saldo de cada garrafa, as compras aos fornecedores nunca vão bater certo com as cargas registadas — e a diferença fica a dever explicações.

4. Misturar gás novo com recuperado. Recuperações vão para garrafas de recuperação, com registo próprio. Misturar os fluxos no papel torna o reporte indefensável numa inspeção.

O método que funciona: reportar é exportar

A única forma de o reporte demorar minutos é ele construir-se sozinho durante o ano:

  1. Cada compra de gás entra no stock no dia em que chega, com a garrafa identificada.
  2. Cada carga e recuperação regista-se na própria intervenção, no local, com quilos e garrafa — de preferência pelo técnico, no telemóvel.
  3. O saldo de cada garrafa atualiza-se a cada movimento, por isso os desvios aparecem na semana em que acontecem, não em março.
  4. No fim do ano, o relatório anual é uma agregação automática destes registos: por gás, em kg e em toneladas de CO₂ equivalente.

Com este método, o reporte SILiAmb deixa de ser um projeto e passa a ser uma exportação.

Como fica no Climapa

O Climapa implementa este método de origem: o técnico regista a carga na app de campo e a garrafa desconta no momento; o relatório anual agrega compras, cargas e recuperações por gás, em kg e t CO₂eq, com exportação em Excel e CSV pensada para a comunicação no SILiAmb — e com rastreabilidade completa: de qualquer linha do relatório chega-se à garrafa e à ficha de intervenção assinada que a justifica.

Em março, isso significa 30 segundos com um café na mão — em vez de um fim-de-semana com dossiers abertos em cima da mesa. Marque uma demonstração de 20 minutos e veja o relatório do seu próximo março a construir-se sozinho.

Prefere ver isto a funcionar do que ler sobre isso?

Demonstração de 20 minutos, com os seus cenários. Sem compromisso.

Veja o Climapa a funcionar com os seus olhos

20 minutos, online ou nas suas instalações, com dados reais de demonstração. Sem compromisso e sem PowerPoints — é o produto a funcionar.

Ou ligue-nos: (+351) 900 000 000